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WASHINGTON, D.C., EUA – Os Estados Unidos foram derrotados em sua proposta de sediar a Copa do Mundo de 2022, mas ainda têm chances de ser os anfitriões de um grande torneio internacional do futebol: a Copa América de 2016.
Na semana passada, o presidente da Federação Equatoriana de Futebol (FEF), Luis Chiriboga, disse a repórteres que o centésimo aniversário do campeonato sul-americano será comemorativo e que as autoridades do futebol pretendem levar o evento para um país próximo e suficientemente grande para sediá-lo nessa edição especial.
Os principais candidatos? Estados Unidos e México.
“A ideia é não realizar a Copa América em nenhum dos 10 países da América do Sul, de modo que tanto México quanto EUA são possibilidades”, afirmou Chiriboga.
EUA e México também são finalistas entre os países que podem receber convites para jogar na Copa América de 2015, que acontecerá no Brasil, também anfitrião da Copa das Confederações de 2013, da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016.
As últimas edições da Copa América foram disputadas por 12 seleções – 10 sul-americanas e duas convidadas – mas há planos de aumentar o número de convidados para seis, todos da CONCACAF, a partir de 2015. O Uruguai foi campeão da última Copa América, em julho de 2011, na Argentina.
México e EUA são finalistas para receber convites para jogar em 2015, disse Chiriboga.
O México disputou a Copa América de 2011, mas os EUA não participam do torneio desde 2007.
“Sem dúvida, os obstáculos estão sendo superados”, disse o presidente da FEF. “O convite para o México é certo e o outro convite poderá ir para os EUA ou o Japão.”
López terá contrato com o AC Milan
Maxi López está determinado a não decepcionar seus fãs.
O atacante argentino fez muitas promessas aos torcedores depois de concluir sua transferência do Catania para o poderoso AC Milan, da Série A do Campeonato Italiano.
A aquisição ocorreu depois que o AC Milan perdeu a chance de contratar outro atacante argentino, Carlos Tevez, do Manchester City. Nesta temporada, López marcou três gols para o siciliano Catania, no jogo de retranca dos times italianos.
“Estou muito feliz”, disse López aos jornalistas. “Depois de tudo o que aconteceu, estou contente de entrar nessa grande equipe. Quero saudar todos os torcedores desse grande clube e espero retribuir seu carinho com toda a garra.”
O jogador de 27 anos continuará emprestado ao AC Milan pelo menos até a próxima janela de transferências do futebol europeu, em junho.
Mas o diretor-executivo do AC Milan, Adriano Galliani, ainda não confirmou se López será a última da transferências.
“No momento, estou certo de que Maxi López será o último contrato que assinaremos, mas quem sabe o que o futuro nos reserva?”
Caicedo assina contrato com o canadense Toronto FC
É possível que Geovanny Caicedo tenha de reforçar seu guarda-roupa de inverno.
Na semana passada, o zagueiro equatoriano assinou contrato com o Toronto FC, da Liga Americana de Futebol (MLS).
Caicedo, de 30 anos, jogou pela última vez na LDU, do Equador, e defendeu a camisa da seleção do país oito vezes, sendo a mais recente na Copa América do ano passado.
“Ele traz para o Toronto FC muita experiência em clubes e em torneios internacionais e pode completar a equipe de titulares”, afirmou o técnico do time canadense, Aron Winter, em entrevista. “Estávamos observando Caicedo há algum tempo e entendemos que ele seria uma boa opção para nossa equipe na MLS.”
Com 1,88 m e 83,5 kg, o jogador chamou a atenção do Toronto FC em uma partida contra o Canadá pela seleção equatoriana no estádio BMO Field, em Toronto, que terminou empatada em 2 a 2.
Na última temporada, o Toronto FC marcou 59 gols, com um saldo negativo de 23 gols — ambos os piores resultados da MLS.
D’Alessandro pensa em ir para a China
Andres D’Alessandro poderá precisar de algumas aulas de mandarim.
O meia argentino, que ajudou o Internacional a conquistar o título da Copa Libertadores em 2010, está considerando uma oferta milionária para jogar no chinês Shanghai Shenhua.
Comenta-se que a proposta feita ao jogador, que marcou 18 gols em 82 partidas pelo clube de Porto Alegre e três em 25 partidas pela Albiceleste, foi de € 5 milhões (R$ 11,4 milhões), com contrato de um ano.
“Nos último seis dias, mantivemos contatos diários com D'Alessandro, também para demonstrar a vontade do Inter de manter o atleta. Ele tem contrato com o clube e esperamos que a situação se resolva em até 48 horas”, disse em entrevista o presidente do time gaúcho, Giovani Luigi. “Não vou discutir valores, mas fizemos um enorme esforço por causa da qualidade do jogador.”
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